A empresa israelense, Oramed Pharmaceuticals, anunciou na ultima segunda (22) a assinatura de contrato para o desenvolvimento de comprimidos eficazes contra o vírus Covid-19. Será elaborada na forma de vírus como partículas (VLP) baseado em uma versão do próprio vírus que não infecciona e nem apresenta sintomas, com o intuito de forçar o corpo a produzir uma resposta imune.
A professora Sarah Gilbert, principal profissional por trás da criação da vacina desenvolvida em parceria com o laboratório AstraZeneca, explica que a via intramuscular, meio pelo qual todasas vacinas contra a covid19 são administradas, não é necessariamente a melhor forma de fornecer proteção contra uma infecção por vírus respiratório. E afirma que a intenção da imunização é ativar o sistema imunológico no trato respiratório superior e, em seguida, no trato respiratório inferior, que é onde o vírus causa infecção. Gilbert cita que algumas vacinas contra gripe são aplicadas por spray nasal e diz que esta poderia ser uma abordagem "muito boa" para combater o coronavírus no futuro.
"Também é possível considerar a vacinação oral, em que você toma um comprimido que vai lhe dar a imunização, e isso teria muitos benefícios para o lançamento da vacina se você não tivesse que usar agulhas e seringas em pessoas." afirmou a professora da Universidade de Oxford.
A pequena empresa britânica de biotecnologia IosBio fez parceria no ano passado com a ImmunityBio, dos EUA, para desenvolver vacinas orais contra o coronavirus após testes promissores em macacos. Os ensaios clínicos estão em andamento na África do Sul e nos Estados Unidos.
A IosBio estava tentando desenvolver uma vacina oral para o vírus Zika, em parte por meio de financiamento do governo do Reino Unido, antes do início da pandemia no ano passado.
Abaixo você vai ver um noticiário sobre:
Fontes: Olhar Digital
O Globo
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